O presidente do Senado refutou acusações de recebimento de valores ilícitos, classificando as alegações como falsas e prometendo medidas judiciais.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, negou categoricamente ter recebido valores ilícitos, após reportagem da revista Veja associá-lo a um suposto esquema de propina envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Alcolumbre classificou as denúncias como um ataque pessoal e institucional, afirmando que não aceitará intimidações, ameaças ou chantagens no exercício de seu cargo. O senador declarou que buscará identificar a origem das informações e que tomará medidas judiciais cabíveis, reforçando que nunca recebeu valores indevidos em contas no Brasil ou no exterior. Para o parlamentar, acusações contra chefes de Poder não deveriam ser publicadas sem a devida apresentação de provas.
Vorcaro, que permanece preso em Brasília, busca firmar um acordo de colaboração com a Justiça, embora suas tentativas anteriores tenham sido rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República por ausência de elementos probatórios. Em resposta às acusações, Alcolumbre reforçou que continuará exercendo suas funções com independência. O presidente do Congresso recebeu manifestações de solidariedade de diversos parlamentares, incluindo Rodrigo Pacheco, Hamilton Mourão e Jaques Wagner, que se posicionaram em defesa da honra do presidente do Senado durante sessão no Plenário.
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