Algas persistem em espelho d'água do Lincoln Memorial após reforma
Investimento de US$ 14,2 milhões da administração Trump não impediu a proliferação de algas, frustrando o objetivo de coloração azul no monumento.
Pontos principais
- O projeto de renovação custou US$ 14,2 milhões aos cofres públicos.
- A iniciativa visava alterar a coloração da água para um tom de azul patriótico.
- O crescimento das algas, acelerado pelo calor, deixou a água com aspecto esverdeado.
- Turistas relatam o uso de filtros em fotos para ocultar a aparência de pântano no local.
A administração do presidente Donald Trump enfrentou dificuldades técnicas em um projeto de revitalização do espelho d'água do Lincoln Memorial, em Washington. Com um investimento de US$ 14,2 milhões, o governo pretendia modernizar a infraestrutura e alterar a coloração da água para um tom de azul associado à bandeira americana. O presidente havia criticado publicamente o estado anterior do local, classificando-o como inadequado para um símbolo nacional. No entanto, apesar das promessas de melhoria, a proliferação de algas retornou rapidamente, agravada pelas altas temperaturas na região. O problema estético tem frustrado visitantes, que relatam a necessidade de utilizar filtros em fotografias para esconder a aparência esverdeada da água. O caso levanta questionamentos sobre a eficácia das soluções de manutenção implementadas, que não conseguiram conter o crescimento biológico na estrutura, mantendo o aspecto de pântano que contrasta com o objetivo original da reforma.
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