A reabertura do estreito de Hormuz promete aliviar preços de fertilizantes e diesel para o agronegócio brasileiro, segundo o governo.
O governo brasileiro projeta um cenário de maior competitividade para o agronegócio nacional após o acordo firmado entre os Estados Unidos e o Irã para encerrar hostilidades na região do Golfo Pérsico. Segundo o ministro da Agricultura, André de Paula, a reabertura do estreito de Hormuz para a navegação comercial é o ponto fundamental que permitirá a estabilização dos preços de insumos críticos. A expectativa é que a normalização das rotas logísticas reduza os custos de importação de fertilizantes e diesel, itens que pesam significativamente no orçamento dos produtores rurais. A medida é considerada estratégica, pois o alívio nos custos de produção deve fortalecer a margem de lucro e a competitividade das exportações brasileiras, que dependem diretamente da estabilidade dos preços globais de energia e insumos agrícolas.
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