Documentos internos revelam que a Igreja manteve o padre Anthony Odiong no cargo mesmo após receber múltiplas denúncias de abuso sexual.
Uma investigação do The Guardian revelou falhas sistêmicas na gestão da Igreja Católica em relação ao caso do padre Anthony Odiong. Documentos internos demonstram que a instituição manteve o religioso em suas funções por um período prolongado, ignorando denúncias recorrentes de abuso sexual e conduta imprópria feitas por fiéis. Mesmo após o término do mandato inicial de três anos, a hierarquia eclesiástica optou por estender a permanência de Odiong na paróquia de St. Anthony of Padua, evidenciando uma negligência institucional deliberada. O caso culminou em um julgamento em Waco, no Texas, onde Odiong foi condenado à prisão perpétua em junho de 2025. A exposição desses arquivos reforça as críticas sobre os protocolos de segurança da Igreja e a responsabilidade da instituição diante de crimes cometidos por seus membros, aumentando a pressão por maior transparência e rigor na apuração de denúncias contra o clero.
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