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Modelo de remuneração fee fixo cresce cinco vezes no Brasil

Adoção do modelo de fee fixo por assessores de investimentos saltou de 7% para 38% em dois anos, impulsionada pela busca por transparência.

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Foto: InfoMoney
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15/06 às 16:33

Pontos principais

  • A participação de assessores utilizando o modelo fee fixo subiu de 7% para 38% entre 2024 e 2025.
  • O formato, inspirado no mercado americano, cobra taxas recorrentes entre 0,4% e 1% sobre o patrimônio investido.
  • A plataforma da XP já registra mais de R$ 245 bilhões em ativos sob gestão no modelo de fee fixo.
  • A transição reflete uma mudança estrutural no mercado brasileiro em direção a maior transparência e alinhamento de interesses.

O mercado financeiro brasileiro atravessa uma transformação estrutural na forma como assessores de investimentos são remunerados. Dados da consultoria AAWZ indicam que o modelo de fee fixo, que funciona como uma assinatura baseada no patrimônio do cliente, cresceu mais de cinco vezes nos últimos dois anos. A adesão ao formato, que cobra taxas recorrentes entre 0,4% e 1%, é impulsionada pela demanda por maior transparência e pelo alinhamento de interesses entre o profissional e o investidor. Grandes players do setor, como a XP, já contabilizam mais de R$ 245 bilhões em ativos sob esse modelo. Especialistas apontam que a tendência é de coexistência entre diferentes formas de remuneração, permitindo que o investidor escolha a opção que melhor se adeque ao seu perfil e objetivos de longo prazo, consolidando uma prática já consolidada no mercado americano.

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