Marius Borg Høiby recebeu sentença de quatro anos de prisão por estupro e violência doméstica, em caso que gerou intenso escrutínio sobre a família real norueguesa.
O Tribunal Distrital de Oslo condenou Marius Borg Høiby, de 29 anos, a quatro anos de prisão após considerá-lo culpado por crimes de estupro e violência doméstica. O processo, que se estendeu por seis semanas, analisou um total de quatro acusações de estupro, das quais o tribunal validou duas, resultando na condenação. Høiby, filho da princesa herdeira Mette-Marit e enteado do príncipe herdeiro Haakon, não possui título oficial ou deveres públicos, mas o caso atraiu atenção global devido à sua linhagem. Além da pena de reclusão, o veredito impôs uma ordem de restrição de dois anos contra uma das vítimas.
O desfecho do julgamento, ocorrido três meses após o início das investigações, colocou a família real sob intenso escrutínio da sociedade norueguesa. A decisão judicial reforça a aplicação rigorosa da lei norueguesa, tratando o réu de forma independente de sua posição familiar. Paralelamente, o período do processo foi marcado por uma pressão crescente sobre a instituição monárquica, com debates públicos que incluíram questionamentos sobre antigas conexões da família com o falecido Jeffrey Epstein, contribuindo para um período de desgaste reputacional sem precedentes para a monarquia.
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