Projeto carioca arrecada e doa 3,5 mil livros para instituições sociais
Iniciativa de jovens do Rio de Janeiro promove a leitura ao distribuir milhares de obras para escolas e projetos sociais em menos de um ano.
Pontos principais
- O projeto Virando Páginas foi fundado pelos jovens Felipe Alhante, Catarina Oakim e Eduardo Campos.
- A iniciativa já distribuiu cerca de 3,5 mil livros para presídios, escolas públicas e instituições sociais.
- O foco inicial em unidades prisionais foi ampliado para escolas e centros comunitários devido a entraves burocráticos.
- Os fundadores planejam expandir a atuação do projeto para outras cidades brasileiras via redes sociais.
Fundado por três jovens cariocas com menos de 18 anos, o projeto Virando Páginas tem se destacado pela promoção do acesso à literatura. A iniciativa nasceu com o objetivo de dar um novo propósito a livros parados, focando inicialmente na ressocialização de detentos. Após enfrentar restrições burocráticas em unidades prisionais, o grupo redirecionou sua atuação para escolas públicas e instituições como a Oficina do Sucesso, na Rocinha, alcançando a marca de 3,5 mil obras doadas em menos de um ano. O sucesso da empreitada, impulsionado pelo apoio de famílias e instituições de ensino, agora motiva os fundadores a expandir o modelo para outras regiões do Brasil. A estratégia de crescimento aposta na conexão de novos voluntários por meio das redes sociais, consolidando o projeto como um exemplo de impacto social juvenil.
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