O partido Contrato Civil obteve 49,7% dos votos, consolidando a permanência do primeiro-ministro no poder em meio a tensões geopolíticas.
A Comissão Eleitoral da Armênia oficializou a vitória do partido Contrato Civil, liderado pelo primeiro-ministro Nikol Pashinyan, nas eleições gerais que definiram o novo governo do país. Com 49,7% dos votos, o resultado consolida a atual gestão, mas aprofunda a polarização política interna. O pleito foi marcado por intensos debates sobre o alinhamento geopolítico da nação, dividida entre a tradicional influência russa e a busca de Pashinyan por laços mais estreitos com o Ocidente.
A legitimidade do processo eleitoral é alvo de contestações pela oposição, que denuncia supostas violações durante a votação. O clima de instabilidade é agravado pela prisão domiciliar de Samvel Karapetyan, líder do grupo Armênia Forte, acusado de tentar derrubar o governo. Protestos em frente à sede da Comissão Eleitoral refletem a insatisfação de parte da população, tornando o cenário político armênio um ponto de atenção para a estabilidade regional.
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