Especialistas sugerem que a imagem do atleta pode impulsionar a presença de marcas brasileiras no mercado chinês até a Copa de 2026.
A figura de Neymar tem se consolidado como um importante instrumento de soft power para o Brasil no mercado chinês. Devido à sua ampla exposição em campanhas publicitárias locais, o atleta atua como um símbolo de identificação cultural, conectando o público chinês a atributos como juventude e alegria. Analistas de mercado indicam que essa visibilidade representa uma oportunidade estratégica para empresas brasileiras que buscam expandir suas operações na Ásia, especialmente com a proximidade da Copa do Mundo de 2026. Para converter esse reconhecimento em resultados comerciais, especialistas sugerem que as marcas nacionais devem investir em narrativas que valorizem a identidade cultural brasileira, utilizando plataformas digitais dominantes na China, como o WeChat e o Douyin, para estabelecer um diálogo mais direto e eficaz com o consumidor local.
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