A LiveMode, controladora da CazéTV, é alvo de críticas por acumular papéis de agência, detentora de direitos e investidora no futebol brasileiro.
A LiveMode, empresa responsável pela CazéTV, enfrenta um cenário de crescente escrutínio corporativo devido à sua posição central no mercado de direitos esportivos. A companhia atua em múltiplas frentes, funcionando como agência, operadora de canal e investidora, o que tem gerado críticas sobre potenciais conflitos de interesse. A presença de investidores como General Atlantic e XP, que possuem participações cruzadas na LiveMode e em fundos da Liga Forte União, é um dos pontos centrais de questionamento sobre governança e transparência. Esse modelo de negócio, que inclui a antecipação de receitas de clubes via debêntures, motivou clubes a questionarem judicialmente a validade de contratos de longo prazo. O impacto dessas tensões já atinge o âmbito internacional, com a FIFA analisando a neutralidade da agência para futuras parcerias, incluindo a Copa do Mundo de 2030.
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