A seleção brasileira enfrentará desafios logísticos em uma edição do torneio marcada por grandes distâncias entre as cidades-sede.
A Copa do Mundo de 2026, sediada conjuntamente por Estados Unidos, Canadá e México, apresenta um desafio logístico inédito para as seleções participantes devido à vasta extensão territorial dos países anfitriões. A seleção brasileira, inserida neste contexto, deverá percorrer mais de 1.700 quilômetros apenas na fase de grupos. O cronograma inclui partidas em Nova Jersey, Filadélfia e Miami, cidades que exigem deslocamentos constantes entre as regiões leste e central do continente. A complexidade da logística é evidenciada pela distância entre Vancouver e Miami, que chega a 4.500 quilômetros, superando os recordes de deslocamento registrados na edição de 1994. Enquanto algumas equipes, como o Egito, terão trajetos curtos de cerca de 380 quilômetros, outras seleções, como a Bósnia e Herzegovina, enfrentarão viagens superiores a 5.000 quilômetros, destacando o impacto da geografia na preparação física e estratégica das delegações durante o torneio.
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