Governo mobiliza 100 mil agentes para garantir a segurança durante o mundial, enquanto enfrenta protestos por desaparecidos e alertas dos EUA.
O México implementou um esquema de segurança robusto, envolvendo 100 mil agentes e investimentos em tecnologia avançada, para assegurar a estabilidade durante a Copa do Mundo. A presidente Claudia Sheinbaum busca projetar uma imagem de controle, especialmente em regiões críticas como Jalisco, onde a presença do Cartel de Jalisco Nova Geração eleva o risco de violência. Apesar das medidas oficiais, o evento tornou-se um palco para ativistas que buscam visibilidade para a crise de desaparecimentos, que já soma mais de 130 mil casos no país. Enquanto o governo tenta minimizar o impacto de protestos, especialistas sugerem que os grupos criminosos podem adotar uma trégua temporária para explorar economicamente o fluxo de visitantes. Paralelamente, o Departamento de Estado dos EUA mantém alertas de segurança, orientando torcedores a redobrarem a atenção com crimes comuns durante o torneio.
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