Com margem de 1.303 votos, partidos de Keiko Fujimori e Roberto Sánchez contestam resultados na justiça, mantendo o pleito indefinido.
A disputa presidencial no Peru entrou em uma fase de judicialização, com os partidos de Keiko Fujimori e Roberto Sánchez solicitando a anulação de milhares de votos. Com 98,26% das urnas apuradas, a vantagem de Fujimori caiu para apenas 1.303 votos, um cenário que levou a Força Popular e o Juntos pelo Peru a questionar a integridade do pleito em diversas seções eleitorais. Ao todo, cerca de 600 mil votos estão sendo analisados pelas autoridades eleitorais, que devem decidir sobre a validade das contestações.
Este impasse prolonga a incerteza política no país, repetindo o histórico de margens mínimas enfrentadas por Fujimori em eleições anteriores. Enquanto o Júri Eleitoral Especial processa os recursos, ambos os candidatos pedem cautela aos seus apoiadores. A expectativa é que a resolução dessas disputas nos tribunais determine o próximo presidente, em um processo que exige atenção à estabilidade institucional peruana.
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