FIFA investe US$ 3,8 bilhões para padronizar gramados na Copa de 2026
A entidade proibiu gramados sintéticos e investirá na uniformidade técnica dos campos em 16 estádios para garantir consistência durante o torneio.
Pontos principais
- O projeto abrange 16 estádios nos três países-sede da Copa do Mundo de 2026.
- A FIFA proibiu o uso de gramados 100% sintéticos para assegurar a qualidade técnica das partidas.
- Engenheiros e agrônomos trabalham na adaptação de arenas que utilizam grama artificial no cotidiano.
- O investimento bilionário visa controlar variáveis como drenagem, umidade e o quique da bola.
- A iniciativa pretende estabelecer um novo padrão de referência para a realização de futuros torneios.
Para garantir a integridade técnica e a uniformidade das partidas na Copa do Mundo de 2026, a FIFA anunciou um investimento de US$ 3,8 bilhões voltado exclusivamente à padronização dos gramados naturais. A medida, que impacta 16 estádios nos Estados Unidos, México e Canadá, exige a substituição de superfícies sintéticas por grama natural, um desafio logístico complexo devido às variações climáticas e à infraestrutura atual de diversas arenas. O projeto conta com uma equipe multidisciplinar de agrônomos e engenheiros focados em controlar variáveis críticas, como a drenagem, a umidade e o comportamento da bola em campo. A iniciativa não apenas busca elevar o padrão de jogo do torneio, mas também consolidar um modelo de gestão de gramados que servirá como benchmark para futuras competições internacionais organizadas pela entidade.
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