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Databricks negocia nova rodada de investimento de até US$ 175 bi

A empresa de análise de dados busca novo aporte para fortalecer sua infraestrutura de IA, mirando um IPO a partir de 2027.

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Foto: techfundingnews.com
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12/06 às 16:08

Pontos principais

  • A Databricks discute uma rodada de financiamento que pode elevar seu valuation para uma faixa entre US$ 165 bilhões e US$ 175 bilhões.
  • A companhia atingiu uma receita anualizada de US$ 5,4 bilhões em fevereiro de 2026, um crescimento de 65% em relação ao ano anterior.
  • Produtos voltados para inteligência artificial já representam US$ 1,4 bilhão da receita anualizada da empresa.
  • O CEO Ali Ghodsi sinalizou que a empresa planeja um IPO, possivelmente a partir de 2027.
  • Em fevereiro de 2026, a Databricks captou US$ 7 bilhões, sendo US$ 5 bilhões em capital e US$ 2 bilhões em dívida, com valuation de US$ 134 bilhões.
  • A plataforma compete no setor de infraestrutura de dados contra gigantes como Snowflake e serviços de nuvem da Microsoft, Google e Amazon.

A Databricks, uma das empresas privadas mais valiosas do setor de tecnologia, iniciou conversas para uma nova rodada de captação de recursos que pode elevar seu valuation para até US$ 175 bilhões. O movimento ocorre poucos meses após a empresa concluir um aporte de US$ 7 bilhões em fevereiro de 2026, consolidando sua posição como peça central na infraestrutura da economia de inteligência artificial. A empresa tem focado no desenvolvimento de ferramentas como o Lakebase e o assistente Genie para facilitar o uso de dados corporativos em aplicações de IA.

Com cerca de 9 mil funcionários, a Databricks mantém um crescimento acelerado de 65% ao ano, impulsionado pela demanda de empresas que buscam unificar seus dados para treinar modelos e gerenciar cargas de trabalho de machine learning. Apesar do otimismo dos investidores, o CEO Ali Ghodsi tem adotado cautela quanto ao momento de uma oferta pública inicial (IPO), indicando que o processo deve ocorrer apenas a partir de 2027, evitando o que considera ser um período desfavorável para listagens no mercado acionário.

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