Executivo da Nvidia refutou alegações de que a região serve como rota para o envio de processadores restritos a laboratórios chineses.
Durante o Web Summit Rio, a Nvidia refutou publicamente alegações de que a América Latina estaria sendo utilizada como um corredor para o contrabando de chips restritos com destino à China. A manifestação do executivo Marcio Aguiar ocorre em um momento de escalada na rivalidade tecnológica entre Washington e Pequim, intensificada por preocupações de que laboratórios chineses estariam contornando sanções para obter processadores de alta performance essenciais para o desenvolvimento de IA. A empresa reiterou seu compromisso com as diretrizes de exportação estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos, que visam limitar o acesso chinês a tecnologias de semicondutores avançados. O debate sublinha os desafios globais na fiscalização das cadeias de suprimentos de tecnologia em meio à crescente pressão geopolítica por soberania e controle de inovação no setor.
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