Web Summit negocia expansão de evento tecnológico para a China
O CEO Paddy Cosgrave confirmou planos de levar o evento à China, destacando o papel de mercados emergentes e inovações como o Pix na tecnologia global.
Pontos principais
- O Web Summit avalia cidades como Hong Kong, Guangzhou ou Shenzhen para sediar uma nova edição no país.
- O evento Rise, organizado pela mesma marca, tem retorno previsto para 2026.
- Paddy Cosgrave defende que a inovação tecnológica está se descentralizando, perdendo a dependência exclusiva do Vale do Silício.
- A próxima edição em Lisboa abordará a disputa entre modelos de inteligência artificial chineses de código aberto e sistemas ocidentais.
O Web Summit está em negociações avançadas para expandir sua presença na China, com foco em cidades estratégicas como Hong Kong, Guangzhou e Shenzhen. Segundo o CEO Paddy Cosgrave, a iniciativa reflete uma mudança estrutural no ecossistema global de inovação, que deixa de ser centralizado no Vale do Silício para ganhar força em mercados como a China e o Brasil. Cosgrave destacou o impacto disruptivo de tecnologias brasileiras, como o Pix, como exemplos da nova dinâmica do setor de fintechs. Além da expansão, a organização planeja o retorno do evento Rise em 2026. A próxima edição do Web Summit em Lisboa servirá como palco para discutir o embate tecnológico entre os modelos de inteligência artificial de código aberto desenvolvidos na China e as soluções proprietárias ocidentais.
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