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Petrobras compra 50% de participação no bloco Itaimbezinho da Equinor

A estatal brasileira formalizou a compra de metade da fatia do bloco Itaimbezinho, na Bacia de Campos, reforçando a parceria estratégica com a Equinor.

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Foto: G1 - Economia
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10/06 às 10:35 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • A Petrobras adquiriu 50% de participação no bloco Itaimbezinho, que pertencia integralmente à Equinor.
  • O bloco foi arrematado pela Equinor no 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da ANP, em outubro de 2025.
  • O consórcio será operado pela Equinor (50%) com a Petrobras como sócia (50%).
  • O ativo está em fase exploratória, sem produção comercial de petróleo ou gás.
  • A Pré-Sal Petróleo (PPSA) atuará como gestora do contrato de partilha de produção.
  • O valor da transação não foi divulgado pelas companhias envolvidas.
  • O negócio visa a recomposição de reservas e sinergias com projetos como Raia e Jaspe.
  • A conclusão da transação ainda depende da aprovação do Cade e da ANP.

A Petrobras formalizou a compra de 50% de participação no bloco Itaimbezinho, localizado no Polígono do Pré-Sal, na Bacia de Campos. O ativo era detido integralmente pela petroleira norueguesa Equinor desde o leilão realizado em outubro de 2025, durante o 3º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da ANP. Embora o valor da transação não tenha sido revelado pelas empresas, a operação marca um passo relevante na estratégia da estatal para recompor suas reservas de petróleo e gás. O bloco encontra-se atualmente em fase exploratória, sem produção comercial ativa.

Com a conclusão do negócio, o consórcio será operado pela Equinor, mantendo a Petrobras como sócia em conjunto, sob a gestão de contrato de partilha da Pré-Sal Petróleo (PPSA). A aquisição reforça a colaboração entre as duas companhias, que já possuem parcerias consolidadas em outros projetos estratégicos na região, como os campos de Raia e Jaspe. A proximidade geográfica entre esses ativos permite que a Petrobras busque maximizar sinergias operacionais e ganhe eficiência em áreas de alta produtividade no pré-sal.

Este movimento integra o plano de longo prazo da Petrobras para garantir a sustentabilidade de seu portfólio exploratório. A efetivação da entrada da estatal no bloco Itaimbezinho, contudo, permanece condicionada às aprovações regulatórias habituais. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deverão analisar os termos da parceria antes da conclusão definitiva da transferência de participação entre as petroleiras.

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