Agência americana exige correção de falhas em três dias, refletindo a pressão da IA na aceleração de ataques e na necessidade de patches rápidos.
A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos EUA (CISA) encurtou drasticamente o prazo para que órgãos governamentais corrijam vulnerabilidades críticas em suas redes, estabelecendo agora um limite de apenas três dias. A decisão foi motivada pelo aumento da sofisticação dos ataques, que utilizam inteligência artificial para identificar e explorar falhas de segurança com maior velocidade. O cenário atual reflete uma mudança estrutural na cibersegurança, onde o desafio principal migrou da detecção de brechas para a urgência na aplicação de patches. Com essa medida, a CISA busca fortalecer a defesa do governo federal contra ameaças que operam em tempo real, forçando uma automação dos processos de correção para mitigar os riscos impostos pela exploração automatizada de vulnerabilidades em larga escala.
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