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Ativista chinesa denuncia deepfakes no X, mas rede nega violação

A ativista Apple Peiqing Ni foi alvo de deepfakes difamatórios no X, que afirmou que o conteúdo não infringe suas políticas de uso.

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Foto: The Guardian World
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10/06 às 03:32

Pontos principais

  • Apple Peiqing Ni, fundadora da China Dissent Network, foi retratada em deepfakes abusivos.
  • Os ataques surgiram após a ativista publicar conteúdos sobre o massacre da Praça da Paz Celestial.
  • A ativista suspeita que a campanha de desinformação tenha sido orquestrada por bots pró-regime chinês.
  • A polícia britânica recomendou que a vítima reportasse o caso diretamente à plataforma.
  • O X notificou a ativista de que o material denunciado não viola as regras da rede social.

A ativista Apple Peiqing Ni, fundadora da China Dissent Network, tornou-se alvo de uma campanha de assédio digital envolvendo deepfakes difamatórios. O conteúdo, que a retrata de forma comprometedora, surgiu logo após a ativista compartilhar publicações sobre o massacre da Praça da Paz Celestial. Ni acredita que a ação foi coordenada por uma rede de bots alinhada ao governo chinês para silenciar sua atuação política. Apesar da gravidade das denúncias, o X informou que o material não infringe suas políticas de uso, frustrando a tentativa da ativista de remover os vídeos da plataforma. O caso levanta preocupações sobre a eficácia das ferramentas de moderação de conteúdo do X diante de ataques de desinformação e assédio direcionados a dissidentes políticos, mesmo após a orientação da polícia britânica para que a rede tomasse providências imediatas.

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