O IPC-DI subiu 0,60% em maio, abaixo dos 0,88% de abril, impulsionado pela redução de 2,01% nos preços da gasolina.
A inflação ao consumidor, medida pelo IPC-DI e divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou uma desaceleração importante em maio, ao subir 0,60% frente à alta de 0,88% registrada em abril. O movimento foi puxado majoritariamente pela queda de 2,01% no preço da gasolina, que reverteu a pressão inflacionária no grupo de Transportes, cuja variação passou de 1,47% para -0,71%. Além dos combustíveis, a moderação nos preços de itens como etanol, café em pó e aparelhos celulares colaborou para o resultado mais brando. Apesar do alívio geral, o índice ainda enfrentou resistências em categorias específicas, como eletricidade residencial e serviços bancários, que mantiveram pressão sobre o custo de vida. O núcleo do indicador, que exclui itens voláteis, manteve-se estável em 0,42%, sinalizando um comportamento controlado dos preços no período.
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