A operação de drones autônomos pela Guarda Costeira nos Grandes Lagos gera debates sobre privacidade e o potencial de vigilância em massa.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos iniciou a operação de pelo menos seis drones de navegação autônoma nos Grandes Lagos, sob a justificativa de fortalecer o combate a atividades ilícitas na região. A medida, contudo, tem enfrentado resistência de grupos de direitos civis e moradores locais, que questionam a proporcionalidade da vigilância frente à baixa taxa de criminalidade na área. O principal receio dos críticos é que a infraestrutura tecnológica se transforme em um mecanismo de coleta de dados sensíveis, levantando preocupações sobre a privacidade dos cidadãos e a falta de transparência sobre o alcance do monitoramento. O debate coloca em xeque a eficácia do programa e a necessidade de salvaguardas legais para evitar abusos no uso de tecnologias autônomas pelas autoridades federais sob a gestão do presidente Donald Trump.
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