O senador questiona a decisão do Ministério da Pesca de suspender o arrasto de praia, alegando falta de fundamentação técnica e prejuízo local.
O senador Esperidião Amin manifestou forte oposição à decisão do Ministério da Pesca e Aquicultura de encerrar precocemente a temporada de pesca da tainha em Santa Catarina. A medida, que interrompeu a modalidade de arrasto de praia, foi justificada pelo governo federal como uma estratégia para respeitar o limite da cota de captura estabelecida para a espécie. No entanto, o parlamentar classificou a ação como estapafúrdia e desprovida de fundamentação técnica adequada, argumentando que a interrupção repentina causa danos significativos às comunidades locais.
A pesca da tainha possui um papel central em Santa Catarina, sendo considerada um patrimônio imaterial, social e turístico do estado. A suspensão pegou os pescadores de surpresa, uma vez que a atividade tradicionalmente se estende até o final de julho. O impasse coloca em evidência o conflito entre as metas de conservação ambiental e a preservação das tradições socioeconômicas regionais.
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