O país registrou sua maior expansão econômica em oito anos, impulsionada pela venda de armamentos e pelo fortalecimento de alianças estratégicas.
A Coreia do Norte registrou um crescimento econômico de 3,7% em 2024, marcando sua maior expansão em oito anos. Esse desempenho é atribuído, em grande parte, à venda de munições e ao envio de tropas para apoiar a Rússia na guerra na Ucrânia, além do suporte contínuo de aliados como China e Belarus. O regime de Kim Jong Un tem utilizado esses recursos para contornar sanções internacionais, investindo na modernização de Pyongyang, que agora exibe infraestrutura urbana avançada, veículos elétricos e sistemas de pagamentos digitais. Contudo, o cenário de prosperidade é restrito à capital, enquanto a maior parte da população enfrenta desnutrição e pobreza severa. O programa nuclear do país permanece como um pilar central da estratégia de dissuasão do governo, que busca consolidar sua soberania em meio a um cenário geopolítico de crescente isolamento ocidental.
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