Câmara debate falta de servidores e orçamento do Inca
Comissão da Câmara discute a defasagem de mil servidores no Instituto Nacional do Câncer e a necessidade de novos concursos públicos.
Pontos principais
- O quadro de servidores efetivos do Inca sofreu uma redução de 26% desde 2014.
- A instituição opera com cerca de mil profissionais a menos em relação ao seu quadro ideal.
- Parlamentares defendem a substituição de contratos temporários por profissionais concursados.
- O Inca é uma unidade estratégica do Ministério da Saúde para o tratamento de câncer no SUS.
A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realiza audiência pública para debater a crise de pessoal e o orçamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O órgão, que é referência nacional no tratamento oncológico e na formulação de políticas públicas para o SUS, enfrenta uma defasagem de 26% em seu quadro de servidores efetivos, o que representa uma perda de mil profissionais ao longo da última década. A ausência de concursos públicos desde 2014 tem gerado preocupações sobre a sustentabilidade do atendimento de alta complexidade oferecido pela unidade. Durante o debate, parlamentares como a deputada Alice Portugal destacaram a urgência de substituir contratos temporários por servidores concursados, visando garantir a continuidade e a excelência dos serviços prestados à população brasileira no combate ao câncer.
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