Modelo produziu 8 exploits no Firefox e 8 cadeias de escalonamento no kernel do Windows; primeiro exploit saiu em menos de 1 hora.
A Anthropic publicou resultados internos mostrando que o seu modelo experimental Claude Mythos Preview transforma vulnerabilidades já divulgadas em exploits funcionais — código que executa o ataque na máquina da vítima — em horas, não semanas. Em 18 correções de segurança do Firefox, o modelo produziu 8 exploits que executam código arbitrário no sistema; o primeiro saiu em menos de uma hora depois que a Mozilla publicou o patch, e a versão estável corrigida do navegador ainda estava a 18 dias dos usuários.
Em 21 correções do kernel do Windows, sem código-fonte disponível, o Mythos gerou 18 provas de conceito de travamento (a primeira em 31 minutos, todas em até seis horas) e 8 cadeias completas que escalam um usuário comum a privilégios de SYSTEM, a conta de maior poder no Windows. Cada exploit custou em torno de US$1.700 a US$2.200 em créditos de API.
A conclusão dos pesquisadores: 'N-day', jargão de segurança para o intervalo em dias entre o patch e a aparição do exploit em circulação, ficou 'perigosamente enganoso. N-hora está mais perto da realidade em que operamos agora'.
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