Dados do Royal College of Emergency Medicine apontam que a demora no atendimento de emergência causou um aumento de dez vezes na mortalidade local.
Um relatório recente do Royal College of Emergency Medicine revelou uma crise alarmante no sistema de saúde da Inglaterra, indicando que mais de 1.300 pacientes morrem mensalmente devido à demora no atendimento em prontos-socorros. O levantamento mostra que a taxa de mortalidade relacionada a longas esperas cresceu dez vezes na última década, saltando de 30 mortes semanais em 2015 para mais de 300 por semana em 2025. Esse cenário evidencia uma deterioração severa na capacidade de resposta das unidades de emergência britânicas. Diante desses números, especialistas do setor médico reforçam a necessidade de intervenções estruturais imediatas para mitigar o gargalo no atendimento. A persistência dessa crise levanta preocupações sobre a sustentabilidade do sistema de saúde e a segurança dos pacientes que dependem de assistência urgente, exigindo uma revisão urgente das políticas públicas de saúde no país.
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