Após décadas foragida, a criminosa mais procurada da Alemanha foi sentenciada por uma série de delitos cometidos sob identidade falsa em Berlim.
A justiça alemã encerrou um dos capítulos mais emblemáticos da segurança pública do país ao condenar Daniela Klette a 13 anos de prisão. Klette, que figurava como a mulher mais procurada da Alemanha, conseguiu evadir as autoridades por décadas vivendo em Berlim sob a identidade falsa de Claudia Ivone. Durante esse período, ela manteve uma vida discreta, sendo reconhecida por vizinhos como uma mulher de 67 anos que praticava capoeira e cuidava de seu animal de estimação, o que permitiu que passasse despercebida pela vizinhança. A prisão e a subsequente condenação marcam o desfecho de uma das buscas mais extensas e complexas da história recente alemã. O caso, que ganhou repercussão internacional, foi detalhado em uma série de reportagens produzidas pelo jornal The Guardian, destacando a habilidade da criminosa em ocultar seu passado violento enquanto se integrava à rotina urbana.
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