Ejeção de massa coronal pode intensificar auroras boreais nos EUA
Uma ejeção de massa coronal deve atingir a Terra hoje, podendo gerar tempestades geomagnéticas e visibilidade de auroras no norte dos Estados Unidos.
Pontos principais
- Uma ejeção de massa coronal (CME) está em rota de colisão com o campo magnético terrestre.
- O fenômeno tem potencial para provocar tempestades geomagnéticas classificadas entre os níveis G2 e G3.
- A atividade solar favorece a visualização de auroras boreais em latitudes mais ao sul do que o habitual.
- A expectativa é que o fenômeno ocorra durante a noite de 8 de junho de 2026, afetando principalmente o norte dos Estados Unidos.
Uma ejeção de massa coronal (CME) está se aproximando da Terra, trazendo a possibilidade de tempestades geomagnéticas significativas para a noite de 8 de junho de 2026. Especialistas em clima espacial preveem que o impacto da nuvem de plasma solar no campo magnético terrestre pode atingir níveis entre G2 e G3, o que aumenta consideravelmente a probabilidade de observação de auroras boreais em regiões do norte dos Estados Unidos. Esse tipo de evento ocorre quando partículas carregadas do Sol interagem com a magnetosfera, resultando em exibições luminosas intensas. Embora o espetáculo visual seja o principal efeito esperado, tempestades geomagnéticas dessa magnitude também são monitoradas por agências espaciais devido ao potencial impacto em sistemas de satélites e redes de comunicação, que podem sofrer interferências temporárias durante a atividade solar elevada.
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