Gestoras buscam escala com fundos gigantes para aumentar liquidez e atrair investidores institucionais e estrangeiros.
O mercado brasileiro de fundos imobiliários passa por um processo de consolidação liderado por grandes gestoras, como o Patria, que busca concentrar seus ativos em veículos de maior escala. A estratégia visa criar fundos com patrimônios superiores a R$ 10 bilhões, aproximando-os do perfil de grandes empresas listadas na B3. Ao reduzir a fragmentação dos portfólios, as gestoras pretendem elevar a liquidez das cotas e diminuir a volatilidade, tornando os produtos mais competitivos para investidores institucionais e estrangeiros. Além do Patria, players como Kinea, XP Asset, Hedge e TRX seguem movimentos similares de fusão de carteiras. Essa mudança estrutural permite que os fundos realizem aquisições de maior porte e utilizem suas cotas como moeda de troca em negociações imobiliárias, além de adequar os veículos aos padrões internacionais de governança para facilitar a captação de recursos globais.
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