O CEO Pascal Soriot afirma que o uso de IA na farmacêutica aumenta a produtividade e reduz riscos financeiros em testes clínicos de alto custo.
A AstraZeneca tem apostado na inteligência artificial como um pilar central para transformar a descoberta de medicamentos. Segundo o CEO Pascal Soriot, a tecnologia permite uma análise mais precisa de dados, otimizando desde a identificação de alvos terapêuticos até o design de moléculas complexas. A iniciativa responde a uma demanda crescente de investidores por maior eficiência e retorno sobre os vultosos gastos em tecnologia no setor de saúde. Ao prever com maior assertividade o sucesso de testes de Fase 3, a empresa busca mitigar riscos financeiros que frequentemente atingem centenas de milhões de dólares em projetos de P&D. Além da redução de custos, a farmacêutica destaca que o uso de IA é fundamental para acelerar o ciclo de inovação e minimizar a ocorrência de efeitos colaterais, posicionando a inteligência artificial como uma ferramenta estratégica para a competitividade global da companhia.
6 jun, 03:01
18 mai, 21:33
4 mai, 21:02
14 abr, 08:01
26 mar, 08:01
Carregando comentários...