O status de zona franca e a localização estratégica de Langkawi, na Malásia, têm facilitado a operação de redes criminosas na região.
O arquipélago de Langkawi, na Malásia, vive um contraste entre sua reputação como destino turístico paradisíaco e o crescimento de atividades de contrabando. A condição de zona franca, que atrai visitantes devido à isenção de impostos, tornou-se um ponto de vulnerabilidade explorado por redes criminosas. A proximidade estratégica com a Tailândia, aliada à falta de fiscalização rigorosa nas rotas marítimas que conectam o arquipélago à ilha de Koh Tarutao, facilita a travessia rápida de embarcações em águas abertas. Esse cenário coloca em xeque a segurança da região, transformando o que deveria ser um polo de lazer em um ponto de atenção para autoridades que tentam conter o fluxo ilícito de mercadorias através das fronteiras marítimas.
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