Varejista de vestuário esportivo revisou metas financeiras para 2026 e viu suas ações caírem 11% após desempenho fraco na América do Norte.
A Lululemon anunciou uma revisão para baixo em suas projeções financeiras para 2026, refletindo um cenário de demanda estagnada na América do Norte. O mercado reagiu negativamente ao anúncio, com as ações da varejista registrando uma queda de cerca de 11% no pós-mercado. Enquanto as operações internacionais, com destaque para a China, permanecem como o principal motor de crescimento da companhia, o desempenho doméstico continua a enfrentar desafios significativos, marcando o quinto trimestre consecutivo de retração nas vendas comparáveis. Além da desaceleração no consumo, a rentabilidade da marca foi impactada por custos logísticos, incluindo tarifas de importação, e pela necessidade de elevar a oferta de descontos para atrair clientes. Para reverter o quadro, a empresa nomeou Heidi O’Neill, ex-executiva da Nike, como nova CEO a partir de setembro, confiando a ela a missão de reestruturar a estratégia de crescimento da marca.
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