A expectativa de que usinas brasileiras priorizem o etanol reduz a oferta de açúcar, elevando as cotações na bolsa de Nova York.
Os preços do açúcar na bolsa de Nova York encerraram um ciclo de três dias de desvalorização, impulsionados pela expectativa de mudanças na estratégia de produção das usinas brasileiras. O mercado reagiu à previsão de que os produtores do Brasil, maior exportador mundial da commodity, devem priorizar a fabricação de etanol em detrimento do açúcar durante a safra atual. Essa alteração no mix de produção tem impacto direto na oferta global, gerando preocupações sobre a disponibilidade do produto. A movimentação reflete a sensibilidade do setor sucroenergético às variações de demanda e rentabilidade entre o açúcar e o biocombustível. Analistas seguem acompanhando de perto as decisões das usinas, que desempenham um papel crucial na formação dos preços internacionais da commodity.
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