O pleito peruano pode consolidar a guinada à direita na América Latina com a possível vitória de uma candidata de extrema-direita.
O Peru realiza eleições presidenciais neste domingo em um cenário de alta expectativa política. A disputa é acompanhada de perto por analistas, uma vez que a principal candidata, de extrema-direita e filha de um ex-ditador, aparece como uma das favoritas. O resultado das urnas é considerado um termômetro fundamental para medir a estabilidade institucional e a orientação ideológica do país para os próximos anos. A eleição ocorre em um momento de fortalecimento de governos conservadores na América Latina, consolidando uma tendência regional de guinada à direita. A votação definirá não apenas o novo comando do Executivo peruano, mas também o papel do país na geopolítica sul-americana sob a gestão do presidente Donald Trump, que observa atentamente as mudanças de alinhamento ideológico na região.
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