Ações de milícia ligada ao Estado Islâmico em Beni elevam o número de mortes e prejudicam o controle de um surto de Ebola na região.
Uma série de ataques coordenados pelas Forças Democráticas Aliadas, milícia vinculada ao Estado Islâmico, resultou na morte de pelo menos 30 pessoas na província de Kivu do Norte, na República Democrática do Congo. A violência concentrou-se nos arredores da cidade de Beni, uma área que já enfrenta desafios críticos devido a um surto de Ebola. A insegurança gerada pelos confrontos provocou a fuga de pacientes infectados de centros de tratamento, dificultando o monitoramento e o controle da propagação do vírus. A situação humanitária na região tornou-se ainda mais complexa, uma vez que a instabilidade armada impede o acesso seguro das equipes de saúde às comunidades afetadas, colocando em risco os protocolos de contenção da doença e a assistência básica à população local.
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