O mercado do futebol passa por uma transformação estrutural impulsionada pela digitalização e por mudanças regulatórias da Fifa. A adoção de ferramentas de inteligência artificial e plataformas de conexão direta entre clubes e atletas tem reduzido a centralização do processo de decisão, permitindo que jovens talentos ganhem maior visibilidade e autonomia. Com a nova regra que dispensa a obrigatoriedade de agentes em negociações, o cenário torna-se mais acessível, mas também mais complexo para as famílias e jogadores.
Apesar dos avanços tecnológicos, especialistas alertam que a democratização do acesso não substitui a necessidade de suporte estratégico e humano. O desafio atual para as categorias de base é capacitar os atletas para operarem em um mercado cada vez mais auditável e digital, onde a gestão de carreira exige decisões informadas e planejamento de longo prazo para garantir o desenvolvimento sustentável dos jovens profissionais.
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