O sindicato RMT mantém greve de 24 horas no metrô de Londres devido a um impasse sobre a implementação da semana de trabalho de quatro dias.
O sistema de metrô de Londres enfrenta o segundo dia de interrupções significativas devido à greve convocada pelo sindicato RMT. A paralisação, que dura 24 horas, é motivada por um impasse nas negociações com a Transport for London (TfL) a respeito da proposta de implementação de uma semana de trabalho de quatro dias para os condutores. Apesar dos apelos da TfL para que a medida fosse cancelada e o diálogo retomado, o sindicato manteve o cronograma de protestos. Durante o primeiro dia de greve, a operadora informou que aproximadamente 60% dos motoristas compareceram ao trabalho, permitindo a manutenção de parte dos serviços. A disputa reflete tensões crescentes sobre a modernização das condições laborais e o impacto operacional dessas mudanças na rede de transporte da capital britânica, gerando transtornos contínuos para os passageiros que dependem do sistema.
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