Funcionários da gestão Noem permanecem no Departamento de Segurança Interna
Mesmo após reformas de Markwayne Mullin, figuras ligadas a contratos sob suspeita na gestão de Kristi Noem mantêm cargos no governo dos EUA.
Pontos principais
- Mais de US$ 9 bilhões em contratos concedidos durante a gestão de Kristi Noem são alvo de auditorias por processos licitatórios questionáveis.
- O secretário Markwayne Mullin demitiu cerca de duas dúzias de funcionários, mas figuras centrais como James Percival e Rob Law permanecem.
- O Gabinete do Inspetor Geral investiga contratos de 2025 e a aquisição de espaços de detenção pelo departamento.
- A empresa Salus Worldwide Solutions enfrenta disputa judicial envolvendo contratos de voos de deportação do ICE.
O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos enfrenta um impasse interno sob a nova gestão de Markwayne Mullin. Embora o secretário tenha promovido uma reforma administrativa que resultou na demissão de cerca de duas dúzias de funcionários, figuras-chave da era de Kristi Noem, como James Percival e Rob Law, permanecem em cargos estratégicos. A permanência desses nomes ocorre em meio a auditorias rigorosas do Gabinete do Inspetor Geral sobre mais de US$ 9 bilhões em contratos concedidos sob critérios questionáveis durante a gestão anterior.
A controvérsia central envolve a transparência das licitações e a gestão de infraestrutura de detenção. Entre os casos sob escrutínio, destaca-se a disputa judicial envolvendo a Salus Worldwide Solutions e seus contratos para voos de deportação do ICE. Embora a atual administração tenha revogado o sistema de revisão pessoal de contratos implementado por Noem para agilizar processos, a continuidade de servidores associados a essas práticas levanta questionamentos sobre a eficácia da renovação institucional no órgão.
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