Sarah Kate Ellis afirma que o treinamento de sistemas de IA com dados enviesados pode propagar estereótipos e ameaçar a segurança da comunidade.
Durante o evento Axios AI+ NY, a CEO da GLAAD, Sarah Kate Ellis, manifestou preocupação com o impacto dos modelos de inteligência artificial na segurança da comunidade LGBTQ+. Segundo a executiva, o treinamento desses sistemas com dados enviesados tem perpetuado estereótipos e retóricas prejudiciais, o que pode resultar na disseminação de desinformação em larga escala. A organização enfatiza que o preconceito digital não é um problema isolado do ambiente virtual, alertando para o risco real de que essas falhas éticas se traduzam em violência física contra indivíduos. Diante do cenário, a GLAAD exige que as empresas de tecnologia adotem práticas de governança mais rigorosas e responsáveis no desenvolvimento de seus sistemas. A demanda destaca a urgência de um debate sobre a ética na IA para evitar que preconceitos históricos sejam automatizados e amplificados por novas tecnologias.
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