Atlético-MG projeta alta de 50% em receitas com liga unificada de futebol
O CEO da SAF do clube defende a criação de uma liga centralizada sob mediação da CBF para impulsionar ganhos comerciais a partir de 2030.
Pontos principais
- O Atlético-MG estima que a unificação dos direitos de transmissão elevará as receitas do clube em 50%.
- A diretoria defende que a CBF atue como mediadora para organizar o produto e reduzir conflitos entre os clubes.
- O plano estratégico 'Galo 2030' prioriza a modernização da Arena MRV e o fortalecimento das categorias de base.
- O clube utiliza um aporte de R$ 530 milhões da família Menin para reestruturar dívidas bancárias e buscar eficiência.
O Atlético-MG aposta na criação de uma liga unificada de futebol no Brasil como pilar para o crescimento financeiro do clube. Segundo o CEO da SAF, Pedro Daniel, a centralização das propriedades comerciais e dos direitos de transmissão é essencial para otimizar o valor do produto futebolístico nacional. O clube defende que a CBF desempenhe um papel de mediadora para garantir a organização e evitar disputas internas entre as agremiações, visando um salto de 50% nas receitas a partir do ciclo de 2030. Paralelamente, o Atlético-MG segue com o plano 'Galo 2030', que foca na modernização da Arena MRV e no desenvolvimento de talentos da base. A estratégia de longo prazo é sustentada por um aporte de R$ 530 milhões da família Menin, destinado à quitação de dívidas bancárias e à busca por maior eficiência organizacional para o clube.
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