O Atlético-MG aposta na criação de uma liga unificada de futebol no Brasil como pilar para o crescimento financeiro do clube. Segundo o CEO da SAF, Pedro Daniel, a centralização das propriedades comerciais e dos direitos de transmissão é essencial para otimizar o valor do produto futebolístico nacional. O clube defende que a CBF desempenhe um papel de mediadora para garantir a organização e evitar disputas internas entre as agremiações, visando um salto de 50% nas receitas a partir do ciclo de 2030. Paralelamente, o Atlético-MG segue com o plano 'Galo 2030', que foca na modernização da Arena MRV e no desenvolvimento de talentos da base. A estratégia de longo prazo é sustentada por um aporte de R$ 530 milhões da família Menin, destinado à quitação de dívidas bancárias e à busca por maior eficiência organizacional para o clube.
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