Tempo médio de registro de patentes no Brasil cai para 4,3 anos
Governo celebra 30 anos da Lei de Propriedade Industrial destacando maior agilidade do INPI e recorde de 504 mil pedidos de marcas em 2025.
Pontos principais
- O tempo médio para concessão de patentes reduziu de quase 7 anos em 2023 para 4,3 anos em 2026.
- O INPI atingiu um recorde histórico ao processar 504 mil pedidos de novas marcas durante o ano de 2025.
- Cerca de 80% dos registros de patentes realizados no Brasil ainda são de titularidade de empresas e inventores estrangeiros.
- Estimativas indicam que a pirataria gerou prejuízos de R$ 500 bilhões à economia brasileira ao longo de 2025.
O governo brasileiro celebrou os 30 anos da Lei da Propriedade Industrial enfatizando avanços na eficiência do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). A redução no tempo médio de concessão de patentes, que passou de quase sete anos em 2023 para 4,3 anos em 2026, é vista como um passo fundamental para aumentar a competitividade tecnológica do país. Apesar do recorde de 504 mil pedidos de marcas registrado em 2025, o debate na Câmara dos Deputados destacou a dependência externa, uma vez que 80% das patentes ainda pertencem a estrangeiros. Além do fortalecimento do sistema de propriedade intelectual, o governo reforçou a necessidade de combater a pirataria, que causou um impacto negativo de R$ 500 bilhões na economia nacional no último ano. O evento também marcou a oficialização de 2027 como o 'Ano Niemeyer'.
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