O mercado de renda fixa no Brasil enfrenta um cenário de maior volatilidade, refletindo a cautela dos investidores diante de tensões geopolíticas e incertezas comerciais. A proposta do governo Trump de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, somada à escalada dos preços do petróleo Brent acima de US$ 97, tem pressionado a curva de juros futuros. Esse movimento é agravado pela deterioração das expectativas de inflação captadas pelo Boletim Focus, o que elevou o prêmio de risco nos vértices intermediários e longos da curva DI.
Como resposta a esse ambiente de aversão ao risco, a plataforma da XP apresenta taxas de CDBs prefixados que chegam a 14,36% ao ano. A alta nos juros futuros reflete a preocupação do mercado com a trajetória da política monetária brasileira frente aos choques externos, que ameaçam a estabilidade dos preços e a dinâmica comercial do país no curto prazo.
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