A instabilidade geopolítica global tem forçado governos a reavaliar suas matrizes energéticas, priorizando a transição para fontes renováveis como um pilar de segurança nacional. O encarecimento dos combustíveis fósseis, exacerbado por tensões como o conflito no Irã, elevou a urgência pela independência energética, tornando as alternativas limpas não apenas uma escolha ambiental, mas uma necessidade estratégica. Embora a transição ganhe tração, o progresso em direção à meta de emissões líquidas zero até 2050 ainda esbarra na resistência política e no apoio persistente aos setores fósseis tradicionais. Nesse cenário, o Brasil surge como um player central, com potencial para expandir sua produção de biocombustíveis, desde que consiga navegar com sucesso em acordos comerciais internacionais, como o tratado entre Mercosul e União Europeia, para consolidar sua posição no mercado global de energia sustentável.
21 mai, 13:35
2 mai, 09:04
21 abr, 02:02
19 abr, 11:01
10 mar, 15:02
Carregando comentários...