Durante o Diálogo Estratégico Abrangente realizado em Pequim, o governo chinês manifestou apoio à soberania e à autonomia do Brasil. A aproximação ocorre em um momento de instabilidade nas relações comerciais com os Estados Unidos, após a administração do presidente Donald Trump propor a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. O ministro chinês Wang Yi destacou a importância de construir uma comunidade China-Brasil para consolidar a influência do Sul Global no cenário internacional.
Em resposta, o chanceler Mauro Vieira reiterou a adesão do Brasil ao princípio de 'Uma Só China', consolidando a parceria diplomática entre as nações. Além do alinhamento político, os dois países estabeleceram metas para ampliar a cooperação em setores estratégicos, incluindo tecnologia, educação e turismo, buscando mitigar os impactos econômicos das tensões externas e fortalecer os laços comerciais bilaterais.
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