Diante de um rápido envelhecimento populacional, a China intensificou esforços para desenvolver novos tratamentos contra o Alzheimer e o Parkinson. O país enfrenta uma crise de saúde pública, com taxas de prevalência dessas doenças neurodegenerativas que superam as médias globais. Para mitigar o impacto, autoridades chinesas estão integrando a medicina tradicional chinesa às pesquisas farmacêuticas modernas, buscando soluções mais eficazes para o crescente número de pacientes. A urgência da medida é justificada por projeções alarmantes, que estimam um aumento drástico nos casos de Parkinson, podendo atingir 10,5 milhões de pessoas até 2050, ante os 3,6 milhões registrados em 2024. A iniciativa reflete a necessidade de conter a pressão sobre o sistema de saúde nacional frente ao desafio demográfico.
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