A Universidade de Manchester iniciou uma investigação formal após cerca de 20 estudantes de medicina denunciarem um padrão de assédio sexual e intimidação. Segundo os relatos, as alunas recebem ligações anônimas de teor degradante durante a madrugada, uma prática que ocorre há pelo menos três anos. O caso ganhou visibilidade após a estudante Charlotte Buttercase expor a situação, exigindo que a instituição adote medidas concretas para garantir a segurança e a integridade das alunas. A universidade afirmou que está trabalhando para identificar a origem das chamadas e oferecer suporte às vítimas. A relevância do caso reside na pressão por uma resposta institucional efetiva contra o assédio no ambiente acadêmico, destacando a necessidade de mecanismos de proteção mais rigorosos para estudantes que enfrentam comportamentos abusivos e persistentes.
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