Ex-presidente segue em prisão domiciliar humanitária com limitações de movimento no ombro e episódios de refluxo após cirurgia.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses em regime domiciliar humanitário desde março, enfrenta restrições em seu tratamento de recuperação pós-cirúrgica. Relatórios médicos indicam que o paciente não foi liberado para fisioterapia ativa devido a uma rigidez persistente e limitações de movimento no ombro direito, sendo permitida apenas uma sessão semanal de fisioterapia passiva. Além das questões ortopédicas, o ex-presidente apresenta episódios recorrentes de queimação epigástrica e refluxo, o que exige a manutenção de uma dieta rigorosa. A equipe médica também destacou uma instabilidade crônica no equilíbrio corporal, recomendando medidas preventivas constantes para evitar quedas. O monitoramento médico permanece contínuo enquanto Bolsonaro cumpre a determinação judicial em sua residência.
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