Combatentes de ambos os lados do conflito, que dura cinco anos, recorrem a substâncias para lidar com o estresse e a exaustão extrema da guerra.
Após cinco anos de intensos confrontos na Ucrânia, o uso de substâncias ilícitas e a automedicação tornaram-se mecanismos frequentes entre soldados de ambos os lados da guerra. A prática é impulsionada pela fadiga extrema e pelo estresse pós-traumático, que afetam profundamente a saúde mental dos combatentes em um cenário de conflito prolongado. Relatos indicam que o vício nas linhas de frente é um problema crescente, embora receba pouca atenção oficial das autoridades envolvidas. Essa realidade evidencia o alto custo humano da guerra, onde a exaustão física e psicológica leva os soldados a buscarem refúgio em substâncias para suportar as condições severas do front. A persistência dessa crise levanta preocupações sobre a capacidade de manutenção das tropas e os impactos de longo prazo para os militares que sobrevivem ao conflito.
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