Nova Zelândia descarta elevar gastos militares para meta dos EUA
Ministra Nicola Willis afirmou que o país não possui margem fiscal para atingir as metas de investimento em defesa exigidas pelo governo americano.
Pontos principais
- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, classificou a meta atual de 2% do PIB da Nova Zelândia como insuficiente.
- Hegseth defendeu que nações aliadas deveriam elevar seus investimentos militares para até 3,5% do PIB.
- A ministra das Finanças neozelandesa, Nicola Willis, declarou que o país não dispõe de recursos orçamentários para tal aumento.
- O impasse foi discutido durante um fórum de segurança realizado em Singapura.
Durante um fórum de segurança em Singapura, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, pressionou aliados por um aumento significativo nos investimentos militares, sugerindo que nações parceiras deveriam elevar seus gastos para até 3,5% do PIB. A proposta visa fortalecer a capacidade de defesa global, mas encontrou resistência imediata da Nova Zelândia. A ministra das Finanças, Nicola Willis, afirmou que o país não possui margem fiscal para atender à demanda, destacando que não há recursos disponíveis para elevar os gastos além dos níveis atuais. A resposta neozelandesa reflete a dificuldade de governos menores em alinhar suas políticas orçamentárias às novas exigências de defesa impostas pela administração do presidente Donald Trump, evidenciando um desafio diplomático e econômico crescente nas relações entre os Estados Unidos e seus aliados no Pacífico.
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